quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Santiago procura logótipo e nome para projecto de OTL da freguesia

A Junta de Freguesia de Santiago, lançou um concurso para encontrar a imagem/logótipo e o nome ou slogan para o projecto de Ocupação dos Tempos Livres daquela autarquia.
O concurso destina-se aos alunos do 2º e 3º ciclo do ensino básico da cidade que, individualmente, ou em grupo, devem apresentar os trabalhos até dia 1 de Março no edifício da junta, em suporte de papel e em formato digital.

Os trabalhos vão ser avaliados tendo em conta a originalidade, harmonia, identificação da imagem como o nome, o slogan e a iniciativa, e versatilidade de utilização. O vencedor será premiado com material de desenho.

Para mais informações os jovens devem contactar a Junta de Freguesia de Santiago de 2ª a 6ª feira das 9h às 17h.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Requalificação da estrada de Vale d’Arca candidatada a financiamento

A Câmara Municipal, em parceria com proprietários locais, vai candidatar a Requalificação da estrada de Vale d’ Arca ao PRODER com o objectivo de recuperar aquela via cujo actual estado dificulta o escoamento dos produtos das explorações agrícolas e agro-industriais daquela área da freguesia do Torrão.

Trata-se da antiga estrada municipal 539, que serve a Herdade d’ Vale de Arca, bem como outras sete propriedades agrícolas. O custo de investimento é de 945 mil euros, que serão submetidos a aprovação para uma comparticipação do PRODER de 75%. Os restantes 25% serão assegurados pelos proprietários servidos por esta estrada. Já a autarquia, fica financeiramente responsável pela elaboração dos estudos e projectos de execução da requalificação daquela via.
A requalificação desta estrada vai permitir escoar os bens provenientes das produções agro-florestais e agro-industriais, potenciar a sua própria exploração criando novos postos de trabalhos e procurando fixar a população, facilitar a circulação de pessoas e equipamentos; disponibilizar e fornecer energia eléctrica às explorações agro-florestais e pequenas agro-indústrias e promover a sua modernização, diversificação e viabilização das actividades produtivas. Esta é, também, mais uma forma indirecta de a Câmara Municipal apoiar os agricultores do concelho.
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Adopte um animal em Alcácer do Sal

Se gostava de ter um animal de companhia saiba que o Canil Municipal tem vários cães à espera de um novo dono.

Para adoptar um dos animais basta ter mais de 16 anos, ter condições de alojamento e manutenção do animal e a adopção ser uma vontade de toda a família envolvida. Os adoptantes terão ainda de preencher um termo de responsabilidade.

Para mais informações os interessados podem contactar o canil municipal (265 612 680), o gabinete veterinário (265 610 060) ou a veterinária municipal (93 511 41 63)

De salientar que ao adoptar um dos animais está a contribuir para a redução do número de eutanásias.
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Comporta - Última intervenção turística junto à costa já tem obras de urbanização aprovadas

A Câmara Municipal de Alcácer do Sal aprovou esta semana as obras de urbanização da ADT 2 – Área de Desenvolvimento Turístico 2, na Herdade da Comporta. Assim que forem pagas as taxas devidas, o promotor pode avançar para a construção das infra-estruturas da última grande intervenção turística possível na região a menos de cinco quilómetros da costa.
Pedro Paredes, presidente da câmara municipal, salientou este facto e classificou esta aprovação como histórica, pelo expectável impacto na economia local e na criação de emprego, bem como pela pouca densidade do empreendimento.
A ADT2, localizada junto ao lugar da Torre, a um quilómetro da praia, abrange uma área de 364 hectares, com uma ocupação de apenas 4,8 por cento. Um total de 4. 937 camas, maioritariamente turísticas (3.467), em dois hotéis, dois aparthotéis e três aldeamentos turísticos. Envolve ainda 22 lotes habitacionais, quatro campos de golfe, e diversas instalações de apoio à actividade.
A Herdade da Comporta pode avançar com os arruamentos, redes de abastecimento de água, electricidade, telecomunicações, gás, rega, drenagem de esgotos domésticos e pluviais, estação de tratamento de águas residuais (que também vai servira a aldeia da Comporta), sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos e espaços exteriores. Os obras de urbanização estão prontas a arrancar de acordo com os projectos já aprovados e na condição de a ARHA-Administração da Região Hidrográfica do Alentejo autorizar a localização de um furo de abastecimentos de água ao futuro empreendimento.
Este é um processo que remonta a 1993 e que teve grandes avanços em 2008, com a aprovação do plano de pormenor que enforma toda a intervenção e que necessitou do parecer de diversas entidades.
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Projectos solidários mobilizam Junta de Santiago

A Junta de Freguesia de Santiago integrou recentemente três projectos destinados a recolher vestuário e calçado que são depois canalizados para a população mais carenciada, quer do concelho, quer dos países africanos de expressão portuguesa.

O primeiro projecto une aquela Junta à Associação Humana e envolve a instalação de dois contentores para recolha de roupa – no bairro do Forno da Cal e no acesso entre os bairros do Laranjal e Quinta da Oriola. Os bens recolhidos são depois encaminhados para a ajuda ao desenvolvimento em África.
O segundo projecto une a mesma autarquia à Associação de Defesa do Património de Alcácer (ADPA) e à Associação Por Um Sorriso. Neste âmbito foi instalado um contentor devidamente identificado para receber vestuário e calçado perto da sede da Junta, na rua Acácio Alberto de Abreu Faria. Estes reverterão para os utentes de instituições de solidariedade do concelho, já contactadas nesse sentido.
Finalmente, a Junta de Freguesia de Santiago entrou numa parceria com a loja social Ana’s, situada em Vila Nova de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém. Neste caso, a loja fornece roupa, vestuário e até mobiliário e acessórios que serão entregues a pessoas ou famílias carenciadas de Alcácer do Sal identificadas pelas instituições deste concelho. Cabe à Junta proporcionar transporte e entregar os bens a quem deles mais necessita.
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Município quer colaborar na negociação entre os agricultores e a Herdade da Comporta

A Câmara Municipal de Alcácer do Sal teve conhecimento que a Herdade da Comporta – Actividades Agro Silvícolas e Turísticas SA está a enviar aos agricultores, com os quais possui contrato de arrendamento rural, cartas onde manifesta intenção de rescindir tais contratos.

Nesse sentido, o presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Pedro Paredes, comunicou hoje à Herdade da Comporta, à APARROZ, à Associação de Agricultores de Alcácer do Sal, à Associação de Beneficiários do Vale do Sado, à ASSETARROZ e à Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal a sua intenção de colaborar, dentro das suas competências e com todo o empenho, nas negociações entre aquela empresa e os agricultores, no sentido de, caso a caso, se encontrarem soluções que sejam benéficas para os envolvidos, protegendo os direitos dos agricultores com os quais a Herdade pretende agora cessar relação contratual.
A Câmara Municipal de Alcácer do Sal entende que a reconversão da actividade agrícola na Herdade da Comporta é necessária e essencial ao sucesso daquela entidade, de enorme relevância para o desenvolvimento económico do concelho, mas manifesta a sua preocupação face aos pequenos agricultores que possam ter na exploração das parcelas a si afectas a sua fonte de sustento.
Colocando a Herdade da Comporta a possibilidade de renegociar os referidos contratos, vem esta autarquia desde já manifestar a sua total disponibilidade para contribuir para o êxito das negociações, quando tal se mostre pertinente pelas entidades envolvidas.
O município comunicou esta mesma posição à Assembleia Municipal de Alcácer do Sal, para que, no âmbito das suas comissões ou da recentemente criada “Comissão Representativa para a Defesa dos Agricultores e do Arroz de Alcácer”, possa também acompanhar esta situação, comprometendo-se desde já a alertar sobre a mesma o ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas, António Serrano, com o qual tem uma audiência marcada no próximo dia 9 de Fevereiro.
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sábado, 23 de janeiro de 2010

Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal

Vimos por este meio apresentar o nosso descontentamento perante a falta de oportunidades que o Concelho apresenta aos jovens.
Não é necessário despender grandes investimentos, nem monetários nem temporais, para compreender que a capacidade do concelho para apresentar estabilidade aos jovens é inexistente. Também não é necessário ser muito inteligente para compreender porquê, mas mesmo assim nós ajudamos.
Vamos falar aqui da Comporta, que é do que temos melhor conhecimento de causa, embora acreditemos que se estende ao resto do Concelho.
Começamos por insistir no ponto que mais nos preocupa, a desertificação da aldeia em prol de um turismo sazonal. Convidamos o Senhor Presidente a visitar a Comporta num dia de semana (ou mesmo sem ser) fora da época de Verão, e depois venha-nos explicar porque é que não se vê ninguém.
Mas se não tiver disponibilidade para tal, nós explicamos.
EMPREGO? Onde está? O comércio local, onde a hotelaria se releva, sustenta-se principalmente no turismo. Os comerciantes mal têm recursos para poderem sobreviver ao enorme Inverno. Os empregos que eles podem oferecer é na altura do Verão, depois disso mal têm para manter o negócio. Que emprego é que a Comporta pode mais oferecer? Na Carrasqueira temos a pesca, mas também esta por vezes se torna complicada. Oportunidades para os jovens? Não há! Nem para os mais jovens, nem para os menos jovens, independentemente das habilitações literárias.
HABITAÇÃO? Nem pensar! Os terrenos são vergonhosamente vendidos à licitação mais alta. Para a Câmara é fantástico, porque ganha uns trocos. Para quem tem dinheiro, também! É um investimento para aqueles que depois os vão vender por um bom dinheiro. Para quem não tem? Também, pede-se um empréstimo, e depois recupera-se o dinheiro e ganha-se mais algum para comprar uma boa casa noutro sítio qualquer.
Quantas pessoas compraram terrenos e estão realmente a usufruir deles? A Câmara não vê isso? Não precisam de cá vir, basta fazerem uma breve pesquisa na internet para verem que as pessoas ou estão a vender os terrenos ou as casas.
E quem quer realmente cá ficar? Quem trabalha no Concelho, quem quer contribuir para o desenvolvimento? Não pode! Porque a Câmara não tem o menor interesse em ver realmente quem precisa de casa, quem quer realmente morar cá... Será assim tão difícil? Não haverá forma de entregar os terrenos de forma honesta a quem precisa deles? Grândola consegue fazê-lo no Carvalhal... E é aqui tão perto, e as pessoas têm outro tipo de oportunidades e ficam mesmo lá!
SAÚDE? Ir para a porta do consultório às 5 da manhã? Nem vale a pena continuar...
E poderíamos continuar com a lista, porque a continuar assim, qualquer dia não vai ter eleitores. O Concelho vai viver na sombra de um turismo elitista que só interessa em questão de euros... e não sabemos muito bem a quem...
Agora que dizem que vão sair terrenos, veja bem o que lhes vai fazer... Pense no povo e não no dinheiro...
Com muito mais assuntos, com os melhores cumprimentos,
Comporta Opina
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Santa Margarida do Sado: Atribuído contrato de prospecção e pesquisa mineira

Companhia mineira canadiana Colt Resources, ganha concessão da prospecção mineira de Santa Margarida do Sado, que abrange uma área de 360 kms/2, nos concelhos de Ferreira do Alentejo, Grândola e Alcácer do Sal.

Uma área com 360,4 quilómetros quadrados, nos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola e Ferreira do Alentejo, denominada Santa Margarida do Sado, vai ser alvo da prospecção e pesquisa de depósitos minerais por parte de uma empresa canadiana.

O Governo Português adjudicou à companhia mineira canadiana Colt Resources, com sede em Montreal, o contrato para exploração dos depósitos mineiros na concessão denominada de Santa Margarida do Sado, situada nos concelhos de Ferreira do Alentejo, Grândola e Alcácer do Sal, numa área de 360,4 km2 de terreno situado na perspectiva da extensão oeste da Faixa Piritosa Ibérica (FPI), onde a geologia é favorável à cobertura de sedimentos terciários da Bacia do Baixo Sado.

Além da concessão de Santa Margarida do Sado, para exploração de depósitos minerais de bário, chumbo, cobalto, cobre, estanho, ferro, manganês, níquel, ouro, prata e zinco à companhia foi concedida uma prorrogação de tempo relacionados com a sua concessão de ouro em Penedono, no distrito de Viseu.

A concessão de Santa Margarida do Sado está localizada no sul de Portugal, a 70 km a sudeste de Lisboa, e a cerca de 45 kms da costa atlântica sudeste, e situada perto do centro da concessão fica a cidade de Grândola.

A Faixa Piritosa Ibérica estende-se por mais de 250 km desde o sul de Espanha através de Portugal e é o anfitrião de inúmeros depósitos vulcanogénicos de sulfuretos maciços em ambos os países, incluindo vários depósitos gigantes com mais de 100 milhões de toneladas de recursos geológicos, como a Rio Tinto e Tharsis na Espanha, e Aljustrel e Neves-Corvo, em Portugal.

Segundo um comunicado emitido em Montreal, pela Colt Resources, o período de concessão “é para um prazo imediato de 4 anos com uma redução de área 50% no final do 2 º e 3 º anos”. De acordo com a companhia canadiana, “o investimento mínimo necessário para o primeiro ano é de 100.000 euros, e de 300.000 euros no segundo ano”. Em caso de prorrogação por mais dois anos, e em função dos resultados obtidos, o novo investimento “será no mínimo de 500.000 euros”.

Segundo a Colt, a companhia “começará imediatamente” a desenvolver um programa de compilação de dados e avaliação em preparação um programa de exploração activa para explorar o potencial para depósitos de sulfeto maciço que, historicamente, “deve conter uma combinação de cobre, chumbo, zinco, ouro e prata”.

Caso a prospecção e pesquisa demonstrar que existem depósitos minerais que justifiquem a sua exploração, o contrato entre o Governo Português e a Colt Resources, prevê que o prazo de exploração da concessão de Santa Margarida do Sado não será superior a 45 anos, prorrogável por 2 períodos que não ultrapassem 15 anos cada um.

O acordo entre as duas partes, define quais os encargos e pagamentos de descoberta comercial, a extracção de minério, a que a companhia canadiana fica sujeita, com a revisão a acontecer quando estiverem decorridos 5 anos e no fim de cada período de 5 anos.

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in http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/35267

sábado, 16 de janeiro de 2010

Turismo em sessão informativa

A Turismo do Alentejo, ERT e o Turismo do Portugal, IP promovem dia 19 uma sessão informativa sobre o Pólo de Competitividade e Tecnologia TURISMO 2015, com o objectivo de divulgar as medidas de apoio ao investimento, nomeadamente, os novos avisos para apresentação de candidaturas, específicos para projectos do sector do turismo.

A sessão está marcada para as 10h30, no Hotel M’ar de Ar Aqueduto, e será focado o Pólo de Competitividade e Tecnologia TURISMO 2015 bem como o Sistema de Incentivos à Inovação - Inovação Produtiva e Empreendedorismo Qualificado. Os interessados devem confirmar a presença até dia 15 de Janeiro para roberto.grilo@turismodoalentejo-ert.pt.

A sessão conta com a presença de António Ceia da Silva, Presidente da ERT Alentejo, Maria José Catarino, Miguel Mendes e Luís Coito do Turismo de Portugal, IP.
O Pólo de Competitividade e Tecnologia Turismo 2015 prevê um novo modelo operacional de concretização da política de turismo alicerçado na inovação, na qualificação e na modernização das empresas turísticas e sustentado na cooperação e no funcionamento em rede.
O Pólo Turismo 2015 pretende demonstrar que a cooperação é um instrumento privilegiado para aumentar a competitividade; estimular uma atitude estrategicamente inovadora no seio das empresas e garantir a propagação de benefícios da rede de cooperação de todo o território.
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Ministro da Agricultura recebe Comissão de Defesa dos Agricultores e Arroz de Alcácer

O Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal é recebido pelo Ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, António Serrano, na tarde do próximo dia 3 de Fevereiro. Na audiência participarão também elementos da Comissão Representativa para a Defesa dos Agricultores e do Arroz de Alcácer, criada no âmbito da Assembleia Municipal.

A reunião foi solicitada por Pedro Paredes com o objectivo de expor ao governante os problemas enfrentados pelos orizicultores do concelho, bem como para obter por parte do ministro informação sobre as medidas que pretende levar a cabo para minimizar os prejuízos daqueles agricultores, reiterando a preocupação do município sobre esta questão, dada a grande importância social e económica que o sector possui em Alcácer do Sal.
Entre as queixas dos produtores de arroz está a prática de vendas com prejuízo por parte da Grande Distribuição, com valores abaixo dos custos de produção; a necessidade de tornar os custos de produção mais competitivos; as dificuldades de armazenamento do arroz para os pequenos produtores que, não tendo onde guardá-lo, se vêem obrigados a vender o arroz a qualquer preço, e a necessidade de manter o território de Alcácer do Sal enquanto zona desfavorecida para actividade agrícola pois, caso contrário, os apoios aos agricultores do concelho irão diminuir.
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Regeneração Urbana - Fórum Urbano de Alcácer do Sal aberto a todos

O Fórum Urbano de Alcácer do Sal reuniu pela primeira vez na quarta-feira. Esta primeira reunião contou com os parceiros do Programa de Reabilitação Urbana Ruas e serviu para apresentar as 17 operações que vão transformar a imagem da zona ribeirinha, da área envolvente ao castelo e dos acessos àquele monumento, bem como para recolher contributos para a elaboração dos cadernos de encargos dos projectos.

Esta semana estão já previstos mais encontros, desta vez entre o núcleo operacional do programa Ruas, composto por técnicos da câmara, e os moradores, proprietários e comerciantes da área de intervenção.

Recorde-se que o programa Ruas envolve um investimento de 8.5 milhões de euros, 2,3 dos quais já financiados pelo FEDER, numa iniciativa QREN com apoio no INALENTEJO.

Como salientou Pedro Paredes, presidente da autarquia, este é um projecto multidisciplinar e de uma grande abrangência, já que abarca desde infra-estruturas de saneamento, pavimentação e restauro do património, à dinamização da escola de actividades náuticas ou à comunicação, só para dar alguns exemplos.

Entre os objectivos do programa que vai requalificar o espaço público da cidade está a promoção da ligação entre Alcácer do Sal e o rio e a fruição do mesmo por parte de habitantes e turistas. Pretende-se também fomentar a consolidação do tecido urbano e a articulação com as zonas periféricas, ao mesmo tempo que se promove a dinamização económica e a melhoria da qualidade de vida dos moradores.
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in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=143216&mostra=2&seccao=autarquias&titulo=Regeneracao-Urbana-Forum-Urbano-de-Alcacer-do-

A SAGA DO PARQUE PARTE II


O maiscomporta mais uma vez chama a quem de direito que olhe pelo parque infantil da Comporta.
Não nos podemos esquecer que a Senhora Presidente da junta de Freguesia da Comporta até é Educadora de infância,e temos toda a certeza que exige toda a segurança e qualidade dos materiais que utiliza com os seus alunos.
Apelamos também à Câmara Municipal de Alcacer do Sal, às entidades fiscalizadoras que façam uma visita a este parque infantil e verifiquem as condições do dito.

Aos leitores do maiscomporta insistam quanto eu , pois a Freguesia é de todos e não só de alguns!

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in http://maiscomporta.blogspot.com/2010/01/saga-do-parque-parte-ii.html

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Regeneração Urbana - Fórum Urbano de Alcácer do Sal reúne pela primeira vez

Os parceiros do programa “Regeneração Urbana de Alcácer do Sal... do Castelo ao Sado”, constituídos em fórum de discussão, reúnem amanhã, pela primeira vez após a assinatura do protocolo de financiamento. A reunião decorre no auditório da Biblioteca Municipal de Alcácer do Sal, pelas 20h30, e visa apresentar todos os contornos da candidatura e o seu plano de acção, bem como recolher contributos.

O programa de acção do Ruas vai mudar Alcácer do Sal e envolve um investimento global de 8,5 milhões de euros, dos quais aproximadamente 2,3 milhões são comparticipados pelo FEDER, numa iniciativa QREN com apoio no INALENTEJO. O objectivo é valorizar o papel de Alcácer do Sal como a Cidade Histórica do Litoral Alentejano.
Esta reunião, onde estará o núcleo operacional do projecto, constituído por técnicos da autarquia de diferentes áreas, e o presidente da câmara municipal, Pedro Paredes, que também preside ao fórum, dá o arranque aos trabalhos que levarão à execução do plano. Periodicamente, o núcleo reunirá com os parceiros – associações culturais e desportivas, associações empresariais e de desenvolvimento, universidades, institutos públicos, privados com intervenções previstas no território e serviços descentralizados da administração central – e prestará contas do andamento do processo. Paralelamente decorrerão reuniões técnicas, estando já agendadas entre a presente semana e a próxima encontros com comerciantes e proprietários da frente ribeirinha e da zona envolvente ao castelo.
Os projectos de execução das intervenções de regeneração urbana têm que ser apresentados até Dezembro de 2010 e executados até final de 2012. Entre os projectos financiados no âmbito da candidatura encontra-se a requalificação do espaço público na margem norte do Sado; a reformulação do Largo 25 de Abril, a requalificação do Largo dos Açougues; a requalificação da Torre do Relógio; a elaboração de um projecto de sinalética integrada; a implementação de sinalética na Frente Ribeirinha e no Centro Histórico e um plano de divulgação e comunicação.
De acordo com o Programa de Acção, para a zona ribeirinha, está ainda programada a criação de uma ecopista contínua de ligação nascente-poente; a reabilitação e dinamização da escola de remo municipal e a ampliação do ancoradouro já existente na margem sul. No centro histórico estão previstas intervenções no Largo Francisco Gentil, bem como a criação de uma solução integrada de recolha de resíduos sólidos urbanos. Na zona do Castelo, o programa prevê a requalificação do espaço público e a extensão das áreas verdes existentes; a conservação, consolidação e protecção dos vestígios arqueológicos a descoberto; e a elaboração de um estudo para a estabilização do morro e para a conservação da estrutura fortificada. Os acessos ao Castelo também não foram esquecidos estando programadas intervenções na Estrada de Santa Luzia, Rua da Matriz e Rua das Torres.
Todas estas intervenções deverão ser executadas até 2013, cabendo à câmara encontrar formas de financiamento para as levar a cabo.
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Gimnodesportivo reabre portas com novo piso, balneários renovados e Bolo-rei

Torneio inter-escolas, lanche saudável e um grande bolo-rei marcam a reabertura do Pavilhão Gimnodesportivo de Alcácer do Sal, que esteve encerrado para a colocação de um novo piso e para a renovação dos balneários.

O novo e moderno piso do Pavilhão Gimnodesportivo de Alcácer do Sal vai ser estreado esta quarta-feira (Dia de Reis), pelas 14h, pelos alunos da Escola EB 2,3 Pedro Nunes, da Escola Bernardim Ribeiro do Torrão e da Escola Secundária, que participam num torneio inter-escolas de futsal e voleibol, que marca a reabertura do pavilhão.
Além do desporto, a autarquia oferece também um lanche saudável com fruta e sandes e um grande bolo-rei que será distribuído por todos os presentes na reinauguração do pavilhão.
O programa de reabertura do espaço prossegue depois no sábado, às 10h, com um torneio de futsal entre equipas locais de Montevil, Carrasqueira, Casebres e Santa Catarina. Já de tarde, às 15h, há jogo da Associação Escolinhas Antero e depois, às 18h, é o Grupo Desportivo e Recreativo do Bairro do Laranjal que vai jogar no pavilhão. Há novamente um lanche saudável para atletas e público.
O programa é todo de acesso livre e gratuito, esperando-se a participação popular.
Ao todo, a obra de renovação do pavilhão custou cerca de 250 mil euros e vai permitir a realização de provas profissionais e competições oficiais em diferentes modalidades, uma vez que o novo piso está aprovado por todas as federações desportivas. O valor e a demora da obra deveu-se sobretudo aos problemas estruturais e à má qualidade das fundações do piso inicial, que fica agora solucionada com a colocação do pavimento sob uma caixa de absorção de vibrações e uma barreira contra humidades ascendentes, uma solução moderna e adaptada às necessidades da prática desportiva.
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Financiamento do Feder viabiliza quartel dos bombeiros em Alcácer

O novo quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal vai ser construído na entrada norte da cidade, depois de ter sido assinado um contrato de financiamento no Ministério da Administração Interna, que prevê que o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder) comparticipe a infra-estrutura em 580 mil euros. Pedro Paredes, presidente da câmara municipal, salienta que o equipamento “vem numa altura muito importante”, uma vez que o actual quartel dos bombeiros se situa na zona baixa da cidade, “sendo frequentemente inundado pelas águas do rio Sado”.


Com o novo local, o quartel dos bombeiros voluntários passa agora “a ter entrada directa na variante de Alcácer”, dando mais “qualidade e funcionalidade ao seu trabalho”. Pedro Paredes explica que o “projecto arquitectónico do quartel, pago pela autarquia, foi muito difícil de ser aprovado”, uma vez que o Plano Director Municipal (PDM) não previa a ocupação de terrenos na zona norte da cidade por edifícios de cerca de dois mil metros quadrados. “Teve de haver uma revisão específica do PDM para viabilizar a infra-estrutura, o que dificultou e atrasou todo o processo”, recorda.

O apoio concedido pelo Feder, no âmbito do Programa Temático de Valorização do Território, prevê ainda que a autarquia financie a infra-estrutura em cerca de 250 mil euros. “É um sacrifício que a autarquia vai fazer, mas que vale a pena”, realça o edil alcacerense, que explica que a parceria que se estabeleceu entre a autarquia, os bombeiros e a população, em todo o processo, “era desejável para o levar a bom porto”.

Pedro Paredes realça ainda que o co-financiamento do Feder será “muito útil” para a parte técnica do quartel, garagens e telecomunicações, que, no seu todo, ascende a 830 mil euros. A parte técnica, a “base da infra-estrutura”, será construída em primeiro lugar, esperando-se que, para a parte social, nomeadamente gabinetes médicos e salas de convívio, se “consiga arranjar mais verbas no futuro”. “Uma das soluções, poderá passar por canalizar parte do dinheiro da venda do actual edifício para o novo”, explica.

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in http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=11746

Câmara aprova orçamento para 2010

Educação, regeneração urbana e ordenamento do território são as grandes prioridades do executivo camarário para 2010.

A Assembleia Municipal de Alcácer do Sal aprovou ontem as Grandes Opções do Plano para 2010-2013 e o Orçamento para 2010, este com um valor global de aproximadamente 26.6 milhões de euros. CDU e Bloco de Esquerda votaram contra estes documentos previsionais de gestão, PS e PSD votaram favoravelmente, o que resultou em empate, já que se registou a ausência de um elemento da bancada da CDU. O voto de qualidade do presidente da Assembleia Municipal, Duarte Lynce de Faria, desequilibrou a votação e fez aprovar as propostas.

De acordo com o texto de apoio distribuído aos deputados municipais, os documentos em causa traduzem “as opções estratégicas e as prioridades políticas do actual executivo municipal, que passam não só pela requalificação do espaço urbano, mas também pela qualificação das pessoas, com o objectivo de dar resposta positiva ao desenvolvimento local e à melhoria da qualidade de vida da população do concelho de Alcácer do Sal.

Desta forma se explica que entre os principais objectivos a cumprir e dotados de verbas correspondentes estejam a construção e remodelação de centros escolares e outras apostas na educação, com 4,5 milhões de euros. Nesta listagem de prioridades estão ainda as actividades de intervenção e apoio às instituições particulares de solidariedade social – com mais de 4 milhões de euros – o Projecto RUAS – Regeneração Urbana de Alcácer do Sal; a execução de instrumentos de ordenamento do território (1.3 milhões de euros); a beneficiação e ampliação de estações de tratamento de esgotos; ou ainda os investimentos na rede viária.

Na desagregação por programas destacam-se ainda a cultura, com 557, 450 euros; o desporto, recreio e lazer, com 619.760 euros, o saneamento, com 531. 592 euros, e a recolha e tratamento de resíduos sólidos, com 492 mil euros.

As bancadas dos partidos políticos com assento na Assembleia tiveram diferentes interpretações sobre o orçamento e as prioridades ali denotadas. Se a CDU criticou a ausência de iniciativas como a revisão do PDM, a requalificação dos mercados ou a protecção das captações de água, criticando o que classificou de “empolamento” das receitas; o PS, embora tenha apelado a uma maior participação popular na elaboração dos próximos documentos deste tipo, salientou que este é um orçamento revelador “da eficácia, da visão estratégica e da eficiência da Câmara Municipal, mostrando ainda “sentido de mudança”, por apostar na qualificação dos cidadãos de amanhã. O PSD adjectivou-o de “orçamento equilibrado”, que vai ao encontro do desenvolvimento esperado para a região e o Bloco de Esquerda, que também criticou a “pouca discussão” na feitura das propostas, opinou que o orçamento para 2010 “abre a porta a uma gestão casuística”.

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in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=143179&mostra=2&seccao=autarquias&titulo=Alcacer-do-Sal-%0ACamara-aprova-orcamento-para-20

domingo, 27 de dezembro de 2009

Novo quartel dos bombeiros de Alcácer dá passo decisivo

A Câmara Municipal de Alcácer do Sal assinou, no Ministério da Administração Interna (MAI) o protocolo de financiamento para o novo quartel dos Bombeiros, uma antiga aspiração do concelho

O apoio concedido, no domínio de Prevenção e Gestão de Riscos do Eixo III do Programa Temático de Valorização do Território, envolve uma comparticipação do Fundo de Coesão de 70 por cento do valor elegível da obra, correspondendo assim a 580.968,46 euros.
A autarquia assume os restantes 30 por cento não financiados no âmbito desta candidatura. O subsídio é de cerca de 249 mil euros, 160 mil dos quais orçamentados para 2010 e o restante para o ano seguinte. A este apoio junta-se ao subsídio anual de 85 mil euros destinados à aquisição de uma ambulância no ano passado e de um auto-tanque já em 2009.
Paralelamente ao apoio autárquico, os interessados em apoiar a corporação podem também reforçar os valores que já foram depositados na conta aberta pela câmara, no Banco Espírito Santo, de modo a apoiar a construção do novo quartel.
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Batata-doce gigante é atracção em estabelecimento comercial

Não é propriamente da Comporta, mas também nada tem a ver com os fenómenos do Entroncamento. A batata-doce gigante foi criada numa herdade de Alcácer do Sal. Pesa mais de 4 quilos e serve agora de decoração num estabelecimento da cidade, de cujo balcão só sairá quando… murchar.

É daquelas curiosidades da mãe-natureza. Nos terrenos da herdade ‘Casas Novas’, em Alcácer do Sal, e de entre um cultivo de batata-doce, nasceu uma que cresceu desmesuradamente. A balança não engana e o ponteiro acusa exactamente 4.150 kg!

O gigante tubérculo foi cultivado por Francisco Custódio, que garante não ter utilizado qualquer tipo de adubo nesta sua sementeira feita há cerca de três meses, nas produtivas terras de Alcácer, sendo que a Comporta é o local de excelência para a batata-doce.

Natural de Alcácer do Sal, este agricultor, de 75 anos de idade, reside em Setúbal, mas nunca de despegou das “raízes” à terra, deslocando-se frequentemente à herdade alcacerense para as sementeiras.

Apesar da época festiva em que nos encontramos, este extraordinário exemplar da terra jamais está livre de ser consumido. A gigante batata-doce foi oferecida, sem embrulhos nem lacinhos, mas sim em mão própria, pelo seu agricultor à proprietária de um estabelecimento comercial, vulgo ‘café’, sito na rua Padre Nunes da Silva, n.º 113, Loja A, entre a Tetra e a Bela Vista.

“Fiquei espantada com o tamanho da batata-doce, mas mais espantados ficaram alguns dos meus clientes, quando a viram exposta aqui no balcão,” reconhece Sandra Ramalho, a proprietária do Café ‘Angola’.

Francisco Custódio, o agricultor, é cliente do referido estabelecimento, “e por graça ofereceu-me esta batata que, ele próprio, confessou-nos nunca ter visto nada igual,” relatou a comerciante a «O Setubalense».

O gigante exemplar, apesar de dar muito doce para encher os fritos de Natal, não conhecerá sequer uma faca. Essa é uma garantia deixada por Sandra Ramalho, que, aproveitando o curioso formato do tubérculo – faz lembrar um animal de quatro patas – fez-lhe uns olhos, um nariz e uma boca, e no seu ‘dorno’ colocou-lhe um boneco, tipo Pai-Natal.

Ao lado, para termo de comparação de tamanho, encontram-se duas batatas-doces perfeitamente normais, respectivamente com os pesos de 75 e 167 gramas. É como comparar um arranha-céus com um prédio de 5 andares…

“Olhe, isto tem sido um sucesso! As pessoas acham muita piada, e já prometi a mim mesmo nunca a cortar, apesar de dar um jeitão para os doces de Natal”, atira a proprietária do café ‘Angola’, que está agradecida ao agricultor Francisco Custódio. “Que Deus lhe dê muita saúde para continuar a tratar da sua horta”, rematou Sandra Ramalho.

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in http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=423&id=14470&idSeccao=3257&Action=noticia

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Governador civil preocupado com problemas do sector do arroz

O governador civil do distrito de Setúbal, Macaísta Malheiros, está “preocupado” com os problemas dos produtores de arroz de Alcácer do Sal. Depois de reunido com Pedro Paredes, presidente da câmara municipal daquele município, e com os representantes das várias associações ligadas à orizicultura, Macaísta Malheiros prometeu “interceder junto do ministro da Agricultura, António Serrano”, no sentido de encontrar soluções para o sector, embora adiante que “o Governo não tem competência para resolver todos os problemas, porque estes são de natureza diferente e têm consequências distintas”.


De acordo com o governador civil, um dos problemas com que o sector da orizicultura se depara está directamente relacionado com a prática do dumping, ou seja, com a venda do arroz nas grandes superfícies comerciais abaixo dos reais custos de produção. Macaísta Malheiros explica que é “necessário saber se existem práticas censuráveis por parte das grandes distribuidoras, para evitar estas alegadas práticas de dumping”. O presidente da câmara alcacerense concorda com o governador civil e alega que a imagem “de maus da fita, que os produtores de arroz têm, tem de ser mudada”.

Na audiência entre as diferentes partes foram também expostos os problemas decorrentes da “quebra do valor de arroz, face a 2008”, que contraria a tendência de produção cada vez mais alta, a hipótese de ser criada “uma linha de crédito específica, com fundos do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder)”, que tornaria os custos de produção mais competitivos, bem como a criação “de uma denominação de origem protegida”, que valorizaria o produto. “Os produtores de arroz queixam-se também dos problemas crescentes que têm para pagar atempadamente à segurança social e estão preocupados com a possibilidade de a União Europeia deixar de classificar a zona de produção como uma área desfavorecida”, salienta o governador civil.

O município de Alcácer do Sal também já pediu uma audiência ao ministro da Agricultura, para que sejam discutidas soluções que minimizem os problemas que a orizicultura actualmente enfrenta. João Reis Mendes, director executivo do Agrupamento de Produtores de Arroz do Vale do Sado (APARROZ), uma das associações que reuniu com o governador civil, não prestou declarações sobre este assunto, em tempo útil, ao “Setúbal na Rede”.

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in http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=11711

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Comissão para a Defesa dos Agricultores e Arroz de Alcácer recebida pelo Governador Civil de Setúbal

Presidente da Câmara e Assembleia Municipal, representantes dos quatro grupos parlamentares com assento na assembleia, APARROZ, Associação de Agricultores de Alcácer do Sal, Associação de Beneficiários do Vale do Sado, ASSETARROZ e Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal foram recebidos esta segunda-feira pelo Governador Civil de Setúbal para darem conta das dificuldades enfrentadas pelo sector da orizicultura no concelho de Alcácer do Sal.
Na audiência, pedida no início deste mês pelo Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, a Comissão Representatitva para a Defesa dos Agricultores e do Arroz de Alcácer abordou diversas questões, nomeadamente a importância sócio-económia da cultura do arroz no concelho; a prática de vendas com prejuízo por parte da Grande Distribuição, com valores abaixo dos custos de produção; a necessidade de tornar os custos de produção mais competitivos; as dificuldades de armazenamento do arroz para os pequenos produtores que, não tendo onde guardá-lo, se vêem obrigados a vender o arroz a qualquer preço, e a importância de manter o território de Alcácer do Sal enquanto zona desfavorecida para actividade agrícola pois, caso contrário, os apoios aos agricultores do concelho irão diminuir. As situações expostas por todos os presentes foram acarinhadas pelo Governador Civil, que se mostrou solidário com os orizicultores e prometeu interceder junto do Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das PescasDe salientar que o município também já solicitou uma audiência com o Ministro António Serrano com o objectivo de obter informação por parte do Governo sobre as políticas que pretende desenvolver para minimizar os prejuízos dos produtores de arroz.
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