sexta-feira, 17 de abril de 2009

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A vantagem de se assumir como o “último paraíso” ao pé de Lisboa

Pedro Paredes está decidido a avançar rumo a um novo mandato à frente da Câmara de Alcácer do Sal. O militante socialista que nas últimas autárquicas chegou à presidência daquela edilidade justifica que ainda tem obra pela frente. Curioso. Na conversa com o "Diário do Sul", sentado à mesa do restaurante "Retiro Sadino", o autarca preferiu sempre falar das "pequenas obras": Desde o remate no passeio, à colocação do corrimão.
Por aí fora. Chamou-lhe "urbanismo de proximidade". Já antes havia garantido o seu empenho na manutenção de uma Alcácer o mais selvagem possível, traduzida no "último paraíso de Lisboa". Ingredientes com os quais Pedro Paredes tenciona assegurar o futuro da terra para os cerca de 14 mil habitantes. Para já, é preciso conseguir estancar a desertificação e logo depois partir para a captação de gente jovem. Também aqui há projectos na forja.

Com o primeiro mandato a aproximar-se a passos largos do fim, já pensou se avança para uma segunda candidatura?

Sim, é para avançar. Ao princípio a pessoa tende a dizer que não tem nada a ver com isto e que se quer ir embora. Repare que somos confrontados com uma grande pressão, desde a política, à económica, passando pela falta de meios, etc. Mas a partir do momento em que a pessoa começa a perceber de que forma se obtêm os financiamentos e como é que se põe as coisas a funcionar, depois isto até acaba por ser viciante. No fundo, é um projecto de arquitectura feito a outra escala. Em vez de ser um projecto de uma casa, de um lar ou habitação social, é um projecto de um concelho. E o ordenamento de um território é um desafio espectacular, sobretudo para um arquitecto.

E, já agora, como é que encontrou este território há cerca de três anos, quando chegou à presidência do Município?

Apesar de tudo, temos que aceitar que Alcácer do Sal ainda é um paraíso. A especulação imobiliária ainda não entrou por aqui e se isso depender de nós não vai entrar, porque isto é o último paraíso ao pé de Lisboa.

O que quer dizer com esse "se depender de nós?"

Alcácer do Sal tem o privilégio de ter a Reserva Natural do Estuário do Sado praticamente metida dentro do concelho. Isso é que é a nossa grande vantagem competitiva. Se nós estragássemos essa nossa vantagem, mesmo que a lei nos permitisse, depois ninguém queria cá vir, porque isto seria um bairro periférico de Lisboa. A aposta tem que ser no rio, na náutica de lazer e também nos desportos.

De resto, a autarquia já tem na manga um projecto de despoluição do rio Sado nesta zona.

As Águas de Portugal andaram sistematicamente a adiar o projecto da Estação de Tratamento de Águas Residuais. A Câmara de Alcácer do Sal, unilateralmente, vai avançar com o projecto e vamos fazer nós a ETAR. Provavelmente já não será neste mandato, mas será no próximo.

Digamos que o rio não vai ficar azul mas ficará despoluído rompendo a densa corrente das últimas décadas...

Diria que pelo menos não vai cheirar mal durante as vazantes É um perfeito absurdo estamos a falar em náutica de turismo de lazer e começar a cheirar a esgoto ao fim da tarde. Eu sei que é um bocado atrevido da nossa parte avançar sem as Águas de Portugal, porque somos uma câmara pequena, com um orçamento apenas de 20 milhões de euros. Mas está decidido, porque este projecto é muito importante para o nosso concelho.
Não é pela situação geográfica que Alcácer do Sal não terá futuro. O concelho está a escassos 80 quilómetros da Ponte Vasco da Gama, próximo do actual e futuro aeroporto, além de se situar paredes-meias com os milhões investidos na costa alentejana.
Como tenciona tirar partido destas oportunidades, apesar de Alcácer não ter praia?

Os que nós queremos é fazer um apoio de retaguarda, que nos fica muito bem. É esse tipo de apoio que eu prefiro. Temos bom vinho, bom azeite. Aliás, espero que a produção de azeite venha a alimentar aqui o nosso concelho. Pode ser já com olivais de nova geração, em que a árvore não cresce muito para não haver necessidades de varejar. Espero que entre vinho, arroz, sal e azeite que consigamos dinamizar a nossa economia.

Mas a fileira do arroz, afinal, ainda tem futuro?

Acho que sim, porque ainda nunca vi um canteiro abandonado e isso é uma prova de que o arroz é interessante em termos empresariais. Mas depois temos ainda o pinhão, que é uma fileira em que temos que avançar para uma certificação.

Em nome da qualidade ameaçada?

Já vejo, uma vez ou outra, alguma pinhoada, que é um doce típico da nossa terra, a ser vendida com pinhão de má qualidade. Depois há pinhoadas muito boas e outras menos boas, pelo que é preciso criar um mecanismo que certifique a qualidade.

Em que medida é que o seu concelho está a sentir a crise?

É um bocado estranho, mas, em contra-ciclo, não estamos a sentir a crise. Talvez porque no início do nosso mandato houve um abrir do concelho à iniciativa privada e um mobilizar de meios empresariais e de outros para os financiamentos. É claro que isso não se deve só ao trabalho da Câmara, mas também a várias entidades que se juntaram a nós neste processo. A verdade é que há pouco tempo soubemos, através da estatística oficial, da Empresa da Hora, que se formaram 23 novas empresas no concelho, o que é uma coisa muito significativa.

E que o deixa satisfeito?

Pois deixa. Fico satisfeito e depreendo daí que, um pouco em contra-ciclo, conseguimos aqui mobilizar as questões do turismo, da náutica, as questões do todo-o-terreno, com Dacar, as feiras temáticas e ainda não estamos a viver a crise. Até pode ser que se passarmos 2010 essa crise não chegue cá. Há uma série de empreendimentos que estão a mexer, há uma certa esperança. E aqui volto à questão de que se aceitarmos que isto é perfeitamente único, estando perto de Lisboa e das zonas mais selvagens que há, se mantivermos esta zona como uma zona em que se faz pouco mas muito bom, talvez haja futuro.

Como é que esse futuro se mede em termos de sucesso?

Se os agricultores conseguirem ter melhores rendimentos, através destas novas vinhas e olivais, se somarmos a isso a organização de provas equestres e outros eventos, isso é futuro. Veja que a Herdade da Comporta promoveu durante um mês uma prova de cavalos com obstáculos internacionais, onde participaram 30 países e foi extraordinário. Se os agricultores somaram às suas actividades a realização de outros eventos poderão ir melhorando os rendimentos e vão ter incentivos para continuarem por Alcácer do Sal. Para mim é isso o futuro do concelho, porque quer dizer que não houve pessoas a desistir, ou a reformarem-se precocemente, ou a venderem a suas quintas. Mas também não vamos fazer o contrário, que é encher isto de betão para ganharmos umas massas durante uns anos e depois acabou. Isso é que nunca.

Ou seja, que gostaria de ver Alcácer do Sal transformada num concelho dedicado aos eventos que garantisse uma ocupação anual?

Sem dúvida. Eu volto ao exemplo dos cavalos. A hotelaria da zona tem um pico de Junho, Julho e Agosto e acabou. Mas com os cavalos nas herdades da Comporta e do Sabroso houve outro pico e isso permite a um hoteleiro duplicar as receitas. Isso pode ser a diferença entre a falência e o sucesso, porque não estamos aqui a falar em fortunas loucas, porque ninguém enriquece a alugar quartos, mas dá para viver e sustentar a família. Isto é que pensar o futuro.

E estancar a perda de população...

Sabe que já sinto um ambiente positivo, em que as pessoas estão a corresponder. Ao princípio fazíamos coisas, mas as pessoas parece que tinham receio de aparecer. Agora mudou. As pessoas aparecem no Carnaval, na Reconstituição Histórica do Torrão, nos encontros de empresários, encontros de turismo. Sinto que as pessoas andam motivadas e acho que isso é um bom sinal. Claro que isto não é só mérito da Câmara, mas fica óbvio para mim que as pessoas tinham lá qualquer cosia para dar, mas que não estava era explorada.
Um mandato marcado pelas pequenas obras

No seu entender que marca deixa neste mandato?

São coisas pequenas, mas deliciosas. Olhe, são coisas tão simples como meter um corrimão num sítio onde havia um idoso que tinha dificuldade em passar, porque Alcácer do Sal é uma encosta e às vezes isso gera problemas de mobilidade a algumas pessoas com 80 anos. Quando se sai de casa, ou se desce ou se sobe, não há plano. A pavimentação da zona histórica também merece ser destacada. Salvaguardámos a questão histórica, passámos de pedra de basalto, que dá uma circulação pedonal menos eficaz, para pedra de calcário, que dá uma clivagem mais recta. Também mexemos na rede de águas.

É o chamado investimento de proximidade.

Porque de alguma forma não estamos só a investir no velhote que tem o corrimão novo, isto é urbanismo de proximidade, que é o que nos interessa. Não quero fazer a obra do mandato, a obra do regime ou a obra do presidente da Câmara. Quero fazer a pequena intervenção que é muito importante para as pessoas, porque favorece o velhote, mas também favorece o casal novo, que em vez de comprar uma moradia fora, nos arredores, como já há calçadas bonitas, rede de águas com pressão para se poder tomar um bom banho, se calhar, também se vai fixar no centro histórico. Tenho de me repetir, mas isto é que é o futuro.

Mas isso requer reabilitar o centro histórico?

Claro, é uma aposta que é cara, mas em vez de juntarmos o dinheiro todo e fazer uma auto-estrada por cima do rio, com uma estátua dos eleitos, é muito mais importante esta política de proximidade. Fazer o urbanismo do cantinho, do remate, da concordância do lancil.

Há muita casa por recuperar no centro histórico?

Há, mas mesmo assim não é tanta como seria de esperar, porque à custa desta política mas não só, até está a vir gente de fora, que quer comprar casa aqui. Agora temos uma candidatura recente que já apresentámos, de seis milhões de euros, que pretende recuperar toda a marginal e toda a zona histórica, fazendo uma parceria com associações, empresários, agricultores, sector privado, etc. É uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) que espero que seja aprovada, que nos vai dar muito trabalho mas que eu espero que nos dê, se for caso disso, um segundo mandato muito interessante. Estamos a falar de uma regeneração, que vai envolver muita gente.

E quanto a grandes obras?

Quando chegámos à Câmara tínhamos a ligação com Alcáçovas completamente cortada. Uma das primeiras decisões que tomámos foi, desde logo, entrar em contacto com as Estradas de Portugal para saber como era esta questão. Eles diziam que aquela estrada era nossa e nós dizíamos que era deles. Não havia entendimento, até que tomámos a decisão radical e com os nossos poucos haveres tomámos a iniciativa de fazer a estrada. Fizemos essa estrada que custou 600 mil euros, o que para o nosso orçamento é muito.

Contudo, os efeitos do investimento foram imediatos...

Mal terminámos a estrada o fluxo de trânsito a partir de Elvas, Évora, Montemor-o-Novo disparou. A localidade de Santa Catarina estava completamente morta e, de repente, rejuvenesceu. Mais, a prova de cavalos em Vale do Sabroso só foi possível por causa desta estrada, caso contrário não havia hipótese, porque os cavalos são animais muito sensíveis que não gostam de ser transportados por más estradas, porque ficam em stresse. Havia também um senhor que tem lá um belíssimo turismo rural, mas que não conseguia alugar nada. Assim que abrimos o primeiro troço começaram a surgir turistas. Portanto, desde o urbanismo de proximidade, desde o corrimão, do banco de jardim, da sombra, da fonte que estava sem água, ao restauro de um edifício municipal, à requalificação da biblioteca e dos dois galeões, que nos custaram uma fortuna, mas que estão a dar visibilidade ao concelho, até à obra de Santa Catarina, penso que temos feito um mandato interessante do ponto de vista das necessidades dos munícipes. Já agora, recordo-me ainda do enorme trabalho de pressão sobre o Ministério da Educação, que foi uma pressão chata, para conseguirmos garantir a nova escola secundária, cuja construção vai arrancar este Verão.
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quinta-feira, 9 de abril de 2009

“Outro olhar sobre Alcácer do Sal” para redescobrir Alcácer do Sal

“Outro olhar sobre Alcácer do Sal”, o concurso de fotografia agora lançado pela Câmara Municipal de Alcácer do Sal, convida os participantes a redescobrirem o concelho e visa dar uma maior visibilidade aos recursos naturais, patrimoniais e históricos locais.Do rio Sado à cidade de Alcácer do Sal, passando pelas seis freguesias do concelho, pelo património construído, pela natureza e pelas próprias pessoas, tudo pode ser fotografado. Das fotografias a concurso serão depois seleccionados alguns exemplares para fazer parte de colecções de postais e outros materiais de divulgação do concelho.Sob o mote “Outro olhar sobre Alcácer do Sal”, profissionais e amadores de fotografia, podem entregar os seus trabalhos até ao dia 14 de Maio, em formato digital e em formato de papel A4.Os três primeiros classificados nas duas categorias a concurso – cores e preto-e-branco - recebem, respectivamente, quinhentos euros, uma estadia para 2 pessoas na Pousada D. Afonso II e um vale de compras no valor de 150 euros em material fotográfico.Do júri fazem parte Pedro Paredes, presidente da câmara municipal de Alcácer do Sal, Célia Alexandre, designer da autarquia, Augusto de Moraes Sarmento, do Instituto Português de Fotografia, Joel Santos, do Mundo da Fotografia Digital, e um representante do Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing.Os interessados em participar podem obter mais informações, consultar o regulamento do concurso e fazer o download da ficha de inscrição no site da autarquia em www.cm-alcacerdosal.pt
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quarta-feira, 8 de abril de 2009

ANPC dá parecer favorável aos Bombeiros de Alcácer e Grândola

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) deu, no mês passado, parecer favorável aos projectos de construção de novas instalações para os Bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal e Grândola. Com esta avaliação positiva as duas corporações poderão candidatar os seus projectos ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

De acordo com o parecer da ANPC, tanto o projecto da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal como o da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Grândola, enquadram-se no quadro de prioridades para a requalificação das infra-estruturas de suporte à actividade operacional daqueles corpos de bombeiros, no âmbito mais alargado do aumento da capacidade dos agentes de protecção civil na prestação do socorro às populações.

Ainda de acordo com a avaliação da Autoridade Nacional, os dois projectos irão contribuir para a melhoria da rede de socorro no território continental e, simultaneamente, proporcionar melhores condições para a preparação, instrução e operação dos elementos que integram os Corpos de Bombeiros.

A intervenção, apresentada pelos Bombeiros de Alcácer do Sal, corresponde à construção de dois edifícios de um só piso, um para o quartel e outro para a oficina.

O projecto dos Bombeiros de Grândola prevê, também, a construção de dois edifícios: um corpo com dois pisos destinado aos serviços operacionais e associativos e, o outro para parque de viaturas com oficina. No logradouro está previsto, ainda, um heliporto para dois aparelhos.

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in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=22740&mostra=2

domingo, 5 de abril de 2009

Reserva Natural do Estuário do Sado - Autarca de Grândola é o Novo Presidente

Os Municípios de Setúbal, Palmela, Alcácer do Sal, Grândola integram o Conselho Estratégico da RNES

Paulo do Carmo, actual vereador do Município de Grândola com o pelouro do Ambiente, foi nomeado, por unanimidade, Presidente do Conselho Estratégico da Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES), recentemente.

Este Conselho é um órgão do Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade, que tem como objectivos contribuir para o aprofundamento do conhecimento das necessidades em matéria de conservação da natureza da área protegida em causa. Este organismo tem também como objectivo formular propostas de solução para os problemas identificados e promover a discussão ao nível local dos problemas que afectem a RNES.

Os Municípios de Setúbal, Palmela, Alcácer do Sal, Grândola integram o Conselho Estratégico da RNES. Outros organismos que fazem parte do Conselho: a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e de Lisboa e Vale do Tejo; Instituto Nacional dos Recursos Biológicos; Turismo de Portugal; Capitania do Porto de Setúbal; Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, S.A, entre outros organismos.
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in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=142594&mostra=2&seccao=autarquias&titulo=Reserva_Natural_do_Estuario_do_Sado

Mas andamos a dormir? Há qualquer coisa no Alentejo litoral de que o Beato não seja presidente??Não deveriamos chamar a Alcácer a liderança nestes processos? ...mas realmente ter o Paredes a presidente do que quer q seja...

terça-feira, 24 de março de 2009

Uma iniciativa do Hospital do Litoral Alentejano

31 DE MARÇO - DIA NACIONAL DO DOENTE COM ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC)
No dia 31 de Março assinala-se o DIA NACIONAL DO DOENTE COM AVC – ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL.O Hospital do Litoral Alentejano vai organizar um conjunto de actividades direccionadas à população, a desenrolarem nesse dia, no período das 09h00 às 17h00, no Átrio da Entrada Principal.Compareçam!Faremos rastreios de: glicemia, colesterol, tensão arterial, índice de massa corporal, perímetro abdominal.Zele pela sua saúde!O Acidente Vascular Cerebral (AVC) provoca a destruição de parte do cérebro, causado pela existência de um coágulo que entope um vaso sanguíneo (Trombose ou AVC Isquémico) ou a ruptura de um vaso sanguíneo provocando uma hemorragia (hemorragia cerebral ou AVC Hemorrágico).Na actualidade o Acidente Vascular Cerebral (AVC) tem uma grande incidência na população portuguesa e é:
- a principal causa de morte em Portugal;- uma doença que pode ter consequências graves (alterações da sensibilidade, limitações da mobilidade, alterações visuais, podendo mesmo em casos mais graves tornar-se fatal);
- de origem genética e ambiental, cujos factores de risco permanecem desconhecidos;- a doença neurológica que melhor se previne.
Os factores de risco que podem estar associados à ocorrência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) são:
1 – Hipertensão;
2 – Diabetes;
3 – Colesterol elevado;
4 – Consumo de Tabaco;
5 – Consumo de Álcool em excesso;
6 – Obesidade;
7 – Sedentarismo.
No ano passado o Hospital do Litoral Alentejano, pelo Grupo de Implementação da Unidade de AVC’s e alguns colaboradores, organizou um conjunto de actividades direccionadas aos utentes que decorreram no dia 31 de Março, e que contaram com a participação de cerca de 350 utentes a quem foram feitos os rastreios dos factores de risco associados ao AVC.Este ano, iremos ter, igualmente no dia 31 de Março de 2009, no período das 09h00 às 17h00, os rastreios de alguns factores de risco, destinado aos utentes que se desloquem ao HLA, em duas bancas situadas na entrada da Entrada Principal do HLA: glicémia; colesterol; tensão arterial; índice de massa corporal; perímetro abdominal.Estas actividades contarão com a presença de profissionais de saúde que irão realizar os rastreios, prestar informações e entregar folhetos informativos.Por volta das 11h00 irá ser apresentada uma demonstração de exercícios de prevenção, pelo Serviço de Medicina Física e Reabilitação do HLA.
É favor consultar: www.hlalentejano.min-saude.pt
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in http://alentejo-litoral.blogspot.com/2009/03/uma-iniciativa-do-hospital-do-litoral.html